
O meu amor estava bravo comigo, por causa dos meus amigos.
Mas eu a abraço e fica tudo bem, por que ninguém recusa um abraço e um beijo também.
Mas ela não conversa comigo e não me deixa entender o motivo, e fico na solidão sem um verso amigo.
Caminho sozinho pela escuridão, e sem destino não percebeu que percorreu milhas na companhia de um amigo; a solidão.
Mas sabe o que aconteceu , seu olho ficou azul de tanto gritar .
Às vezes a raiva mostra a beleza. E a verdade não a deixa revelar.
Vamos partir sem dizer adeus, nunca mais vou esquecer aquele verso seu.
Não feche a cortina deixe o vento me levar, para um lugar que não é meu.
Mostre me as suas cicatrizes, só assim saberei a dor que sentiu.
Corte a língua de quem difama e fure os olhos de quem não ama e a orelha de quem me traiu.
Nunca deixo o lugar onde nasci , aqui quero viver aqui quero morrer. Ficar e entender o que me diz e não me humilhar e ficar sem entender as palavras que me ofendem com prazer.
Não quero mandar meus filhos para a guerra, prefiro que fiquem e usem ferramentas que só constrói ao invés daquela que só destrói.
A cada filho vivo mandado para a guerra sempre voltam dois mortos.
Não quero ver uma lagrima cair por mim, pelo meu sangue embebecido.
Mas agora meu amor me perdoou, ao ver meus amigos carregando meu caixão em direção do sono eterno, onde todos os meus sonhos serão só seus.
Mas eu a abraço e fica tudo bem, por que ninguém recusa um abraço e um beijo também.
Mas ela não conversa comigo e não me deixa entender o motivo, e fico na solidão sem um verso amigo.
Caminho sozinho pela escuridão, e sem destino não percebeu que percorreu milhas na companhia de um amigo; a solidão.
Mas sabe o que aconteceu , seu olho ficou azul de tanto gritar .
Às vezes a raiva mostra a beleza. E a verdade não a deixa revelar.
Vamos partir sem dizer adeus, nunca mais vou esquecer aquele verso seu.
Não feche a cortina deixe o vento me levar, para um lugar que não é meu.
Mostre me as suas cicatrizes, só assim saberei a dor que sentiu.
Corte a língua de quem difama e fure os olhos de quem não ama e a orelha de quem me traiu.
Nunca deixo o lugar onde nasci , aqui quero viver aqui quero morrer. Ficar e entender o que me diz e não me humilhar e ficar sem entender as palavras que me ofendem com prazer.
Não quero mandar meus filhos para a guerra, prefiro que fiquem e usem ferramentas que só constrói ao invés daquela que só destrói.
A cada filho vivo mandado para a guerra sempre voltam dois mortos.
Não quero ver uma lagrima cair por mim, pelo meu sangue embebecido.
Mas agora meu amor me perdoou, ao ver meus amigos carregando meu caixão em direção do sono eterno, onde todos os meus sonhos serão só seus.
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